Som e Barulho – Após uma longa pausa de milhares de compassos

Após uma longa pausa de milhares de compassos, cá estou eu novamente para dar meus pontos de vista do nosso mundo musical. Só não vou pedir desculpas por esse silêncio todo aos meus fieis leitores porque eles não existem. Confesso que estou um pouco atrasado sobre os novos lançamentos e acontecimentos do mercado: lançamento de CD do Thalles, do Oficina, do Simoninha, do D2, nova música de John Mayer , 30 anos de carreira do Zeca Pagodinho, mais uma edição do BMW Jazz, o programa Por Trás da Canção, novos nomes surgindo na MPB e até CD novo do Eric Clapton e do Black Sabbath, com direito a Ozzy liderando novamente a banda rumo a liderança de vendas nos EUA e no Reino Unido!

Isso tudo só pra mencionar o que vem na cabeça de primeira… Obviamente não vai dar para falar sobre tudo isso de uma só vez, então vamos deixar o que passou de lado e vamos analisar um a um os recém-lançamentos que estão sendo divulgados atualmente. Vamos começar pelo poderoso mercado gospel. Ouça quem tem ouvidos de ouvir: “Sejam cheios do Espírito Santo” de Thalles Roberto.

O CD começa com um interlúdio de cordas muito bem trabalhado e que introduz uma linda balada vestida de jazz gospel, onde o autor, em letra, agradece o sucesso que tem feito e “encaminha”, se assim podemos dizer, toda a exaltação destina a ele para Deus. Se o CD começa calmo, limpo e tradicional, na terceira música, “Ele é o amor”, caímos no pop pesado e conhecido de Thalles, com direito a rap e tudo. MAS QUE MERDA É ESTA??? Foi o que eu pensei ao ouvir a próxima música do CD, onde Thalles incorpora Seu Jorge com Netinho de Paula e faz uma cagada num CD que vinha agradando… A merda toda é que essa música dá nome a obra toda… Enfim, pulemos o domingo da gente para ouvir outra coisa, e a coisa vai ficando surpreendentemente eclética.

De volta à normalidade, mais uma balada onde ele se dirige diretamente: “pai, eu sou assim… pai, me ajuda… pai, eu te amo…” Mas não é de todo mal, a música é boa, arranjo bom, para agradar um pouco aos rockeiros de plantão, ela tem uma pegada bem Cássia Eller. Ao final dessa música a artista simplesmente surta e começa a gritar desesperadamente (só estou comentando isso porque não foi nada musical). A sexta música vem para corroborar minha íntima opinião de que o Thalles está se perdendo em meio a sua esquizofrênica e exagerada maneira de interpretar, música também é bom senso. 7ª música e uma introdução ao piano, os nervos relaxam novamente em nossa percepção e na voz do cantor, dando a impressão de que o produtor a colocou aí para quebrar a agressividade do CD. Agora desintoxicados pelos dedilhados do piano, podemos apreciar uma das melhores músicas do CD, que com certeza será sucesso nos próximos shows: “Paixão de Adolescente”. Passados alguns minutos me deparo com: “Filho meu”, que seria Deus se dirigindo ao seu filho, o detalhe é que a música é tão agressiva que a incoerência reina plena… Seguimos procurando o surpreendente da música no CD. Última música (sentimento de alívio, confesso) e groove bom de ouvir!!! Era isso que eu queria desde o começo e depois de uma hora e dez minutos encontrei.

Apesar de uma ou outra música agradar, o CD não surpreende, Thalles parece ser mais um de alguns muitos artistas que estouram e não conseguem se manter no bom nível que os levou a projeção de sucesso, muitos outros artistas passaram pelo mesmo processo, sobretudo bandas. O CD é cansativo de se ouvir e de duração longa, parece interminável, talvez o fato de ter escutado depois de um dia cansativo de trabalho tenha pesado nos ouvidos e pálpebras, mas o fato é que se tratando de um artista como Thalles Roberto, em um CD com músicos e profissionais de alto nível, nós esperávamos uma produção onde verdadeiras joias sairiam, e não foi isso o que nossos ouvidos com sede de surpresas encontraram. Após decepção com a obra, John Mayer salva a noite com sua mais nova sacada: “PAPER DOLL”… Muito gostosa e leve de se ouvir. E eu que estava quase explodindo de estresse ouvindo Thalles gritar feito um leitão com fome. Fim de papo, na próxima parada a malandragem e irreverência de Marcelo D2!!! Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço, e saravá pra quem é de saravá!!!

Matheus Vieira

Universidade dos Monstros – Pixar eu te amo!

Tenho um carinho enorme pela Pixar e todos os seus filmes (exceto Carros 2). O estúdio que surgiu inovando com o conceito de animação 100% computadorizada, se estabeleceu na indústria por seu primor técnico e fantástico storytelling. Todos os lançamentos são sempre cercados de enorme expectativa e não foi diferente com Universidade dos Monstros, longa que serve como prequel para o clássico Monstros S.A. Confesso que fiquei com um certo receio de ver o estúdio mexer em algo, que ao meu ver era perfeito, mas foi só apagarem as luzes, exibirem os trailers, o sempre aguardado novo curta da Pixar (esse ano foi o embasbacante O guarda-chuva azul) e começar a projeção para todos os meus temores desaparecerem. It’s Pixar bitch!

 Roteirizado por Robert L. Baird, Daniel Gerson e pelo também diretor Dan Scanlon, encontramos Mike Wazowski e James “Sully” Sullivan de volta aos tempos de faculdade, antes de se tornarem a dupla de assustadores mais bem sucedida da história da Monstros S.A. Logo percebemos que essa amizade não surgiu de forma natural, pois a diferença  entre os dois era gritante – enquanto Mike era um aluno modelo, que se esforçava para alcançar seu principal objetivo de ser um dos melhores assustadores da história, Sully se apoiava em seu talento natural e na reputação de sua família para se dar bem. O contraste da personalidade dos dois, acaba gerando um conflito e eles são expulsos do “Programa de Sustos”. A única alternativa para convencer a temida diretora Hardscrablle a aceita-los de volta no programa é se unir a fraternidade OK para vencer os Jogos de Susto.

Em tempos onde os estúdios de animação subestimam a inteligência de seu público alvo, a Pixar segue explorando a qualidade e capacidade de sua equipe criativa ao máximo. Como de costume eles seguem surpreendendo e usando arquétipos de gêneros consagrados e transformando o produto final em algo absolutamente novo e inesperado. Dessa vez eles se apropriam de elementos próprios de “college movies” e fazem sua versão do clássico “A Vingança dos Nerds” só que com monstros, obviamente.  Quando você acha que tudo se encaminha para algo familiar e previsível, a narrativa envereda para algo completamente inesperado e te pega desprevenido. A intensidade emocional conferida a dupla principal é a principal responsável por esse trabalho.

Como não amar Mike Wazowski?

Como não amar Mike Wazowski?

Mike e Sully são construídos  de forma rica e de forma imaginativa, seus traços de personalidade são refletidos em sua linguagem corporal, tornando-os figuras facilmente identificáveis. Desde pequeno, Mike teve que compensar o fato de não ser “assustador” o suficiente, sempre enfrentando suas limitações e demonstrando uma enorme força de vontade e foco para conquistar seus objetivos. Sully esconde seus medos de não conseguir alcançar o sucesso e cumprir as expectativas criadas em torno dele, atrás de uma “máscara” narcisista e egocêntrica. Assistimos uma relação de rivalidade, se transformar em uma frutífera amizade enquanto os dois enfrentam os mais diversos obstáculos e acompanhamos esses personagens amadurecerem juntos em meio as adversidades.

Além da dupla principal, o  filme é repleto de personagens adoráveis, mas com certeza a equipe da Oozma Kappa, a fraternidade menos cool do campus, é a responsável pelos momentos mais divertidos do longa. Por mais que algumas gags isoladas soem forçadas, todos eles são muito bem construídos, servindo como as mais diversas caricaturas geeks,  e fornecem um excelente alivio cômico.

Como sempre o primor técnico na construção dos ambientes e personagens se mostra presente. Tudo é desenvolvida para criar um senso de textura quase táctil, que vai desde a pele escamosa, da carapaça ou da pelagem de alguns monstros. Os ambientes são construídos sob uma perspectiva de iluminação e sombra fantástica (reparem na cena em que os monstros estão em fuga na floresta). Tudo isso embalado pela trilha sonora pontual de Randy Newman que constrói uma atmosfera contagiante.

Universidade dos Monstros é um filme sólido que possui o padrão Pixar de qualidade. Por mais que o filme não tenha a pretensão de ser profundo, como os outros clássicos do estúdio, ele possui objetivos variados e consegue alcançá-los com sucesso. Dialogando com crianças e adultos  sobre o significado da honestidade, humildade e respeito, é possível sentir empatia com a situação vivida pelos personagens e criar um paralelo interessante com nós mesmo. A Pixar pode não manter a velocidade de tempos atrás, mas a técnica ainda é fantástica.

Renan Sena

Star Trek: Além da Escuridão – Sensacionalmente lógico

“Espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise em sua missão de cinco anos para exploração de vários mundos, para pesquisar novas formas de vida e civilizações, indo audaciosamente onde ninguém jamais esteve”. Era com essa frase icônica que começava Star Trek (Jornada nas Estrelas) a série de ficção cientifica mais cultuada da história. Promovendo um futuro utópico, onde a humanidade conseguiu alcançar um nível de estabilidade tão grande, que a sua principal ocupação passou a ser a busca pelo conhecimento e exploração do Universo. Tratando de temas como preconceito racial (Uhura foi a primeira personagem regular negra de uma série de TV), xenofobia, meio ambiente e guerras, considerados tabu nos anos 60, a série foi revolucionária e a medida que o tempo passou, conseguiu construir um número invejável de fãs apaixonados.

Um tempo depois de fazer sucesso em outras mídias e de gerar vários spin-offs, o cultuado sci-fi acabou caindo no limbo por longos anos. Até que em 2009, J.J. Abrams decidiu promover um reboot de Star Trek, com uma abordagem mais moderna, mas mesmo assim respeitando todo o cânone estabelecido pelo material original.Além de apelar para a nostalgia dos fãs de longa data, o sucesso desse reboot foi muito importante para atingir toda uma geração que pouco conhecia a série original (lembro que logo após assistir o filme, corri atrás de todas as temporadas da série clássica e filmes) e assim  estabelecer mais uma rentável franquia para a Paramount. Depois do sucesso de crítica e bilheteria do primeiro longa dessa nova geração trekker, chega aos cinemas Além da Escuridão – Star Trek, uma respeitosa homenagem ao clássico.

Roteirizado por Roberto Orci, Alex Kurtzman e Damon Lindelof, acompanhamos a tripulação da Enterprise ainda longe daquele timing ideal. Durante uma missão exploratória de rotina é notório que o Capitão James T. Kirk ainda não atingiu um nível de amadurecimento suficiente para liderar e sua arrogância continua gerando conflitos ideológicos com seu lógico primeiro-oficial Spock. A situação se complica com o aparecimento do terrorista John Harrison, que atinge o coração da Frota Estelar, despertando em Kirk um desejo de vingança.

Nesse universo paralelo de J.J. Abrams, percebemos que o principal foco do diretor é construir o arco de amadurecimento dos personagens e suas relações. Principalmente do Capitão Kirk, que comprometido emocionalmente, se vê envolvido em diversos conflitos que geram um clima de tensão com toda a tripulação. Chris Pine explora o máximo possível do psicológico de seu personagem, em um desempenho fantástico capaz de tirar lágrimas do espectador mais frio em uma das cenas-chave do longa. Outro personagem que também tem uma construção interessantíssima é o Spock de Zachary Quinto. Ainda afetado pelas perdas que sofreu com a destruição de Vulcano, observamos aos poucos o icônico personagem trilhando o caminho da lógica a fim de expurgar todo o tipo de sentimento que possa atrapalhar seu julgamento. A excelente química de Chris Pine com Zachary Quinto, gera diálogos excelentes e da ainda mais credibilidade a construção do laço de amizade que vai crescendo entre os dois ao longo do tempo.

Ao contrário de seu antecessor, esse longa tem um vilão digno de ser temido pela tripulação da Enterprise – o misterioso John Harrison. A construção das motivações do vilão é feita de forma magistral e a interpretação de Benedict Cumberbatch é tão magnética que você acaba se apegando a ele, torcendo para presenciar cada vez mais embates psicológicos e físicos entre ele e nossos heróis. O britânico impressiona pelo enorme vigor físico e pelo trabalho vocal que constroem toda uma aura de imponência do personagem.

Uma das características mais bacanas do roteiro é o equilíbrio entre os elementos narrativos. Ação desenfreada, tensão, drama e humor são equilibrados de maneira fantástica e todos os membros do elenco são relevantes e tem seu momento de brilho. Simon Pegg (Scotty), Karl Urban (Dr. McCoy), Anton Yelchin (Checov), John Chu (Sulu) e Zoe Saldana (Uhura) conseguem imprimir elementos próprios da personalidade de cada personagem, tornando-os cada vez mais identificáveis para os fãs da série clássica.

J.J. Abrams segue com seus estilo de ação alucinante que é bastante valorizado com o fantástico trabalho de montagem de Maryann Brandon e Mary Jo Markey. Como não pode faltar em uma grande produção do gênero, efeitos especiais de qualidade funcionam perfeitamente em conjunto com o departamento de direção de arte, que segue com um conceito super clean dos ambientes da Enterprise.

J.J. entrega simplesmente  o melhor 3D convertido já feito até então. Combinado com a sensacional fotografia de Daniel Mindel que prima por ambientes bastante iluminados e o uso frenético de lens flare (marca registrada de J.J.), o 3D é um elemento bastante presente ao longo da narrativa, adicionando noção de profundidade de campo e criando uma excelente sensação de imersão. Tudo isso com a presente e marcante de trilha sonora composta por Michael Giacchino, que através de variações do novo tema principal ajuda a ditar o ritmo do filme.

Além da Escuridão – Star Trek se apropria de diversos elementos e faz trilhões de referências a série e aos filmes clássico, mas sempre de maneira respeitosa. Se você não é fã da franquia não se preocupe, a diversão é garantida, mas se você for um trekker, a possibilidade de entrar em êxtase ao identificar uma inventiva reconstrução de momentos memoráveis desses personagens apaixonantes é muito grande.  Os klingons estão chegando…essa franquia ainda terá uma vida longa e próspera nas telas do cinema.

Obs.: Depois de ver o que o J.J. fez com Star Trek, o nível de expectativa para Star Wars VII está atingindo níveis alarmantes!

Renan Sena

Uma Dose Gamer – Especial E3 2013 – Microsoft

Após uma longa e difícil semana numa meta de zerar Alex Kidd, a mente doentia que vos escreve está de volta com a coluna de tema mais nerd possivel no blog mais nerd possivel. Está na hora de uma pequena e explosiva dose gamer em edição especial – E3 2013

A primeira apresentação do evento feita pela Microsoft. Como todos os detalhes do Xbox One já haviam sido revelados, todos esperavam apenas divulgações de games para o novo console deles, mas não foi bem assim…

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Uma Dose Gamer – Especial E3 2013 – Electronic Arts

Com uma grande montagem com os principais nomes de games da empresa, a Eletronic Arts começa a sua conferencia. Os anúncios de games serão para Xbox One e PS4. Gráficos de alegrarem a alma!

Já começamos com o anuncio de um franquia que veio agradando milhares e criando uma imensa massa de fãs. Um simples jogo onde você defende uma horta de ataques zumbis está de volta, agora em console! Plants vs Zombies: Garden Warfare ( sim senhores! É uma sátira a Modern Warfare ). O jogo chegará para Xbox One e depois para o 360. Com uma demo cooperativa de 4 players no palco, logo presenciamos o incrível gráfico 3D. A premissa do jogo se baseia em montar defesas com plantas com habilidades diversas para se proteger de ataques zumbis, só que agora no maior estilo Gears of War! Lembra um pouco também os clássicos game de tower defense, pois você pode colocar tipos de plantas para defender um certo local enquanto controla a sua player planta. Peggle 2 é anunciado logo a seguir, acompanhado logo apos por Titanfall. Ocorre outra demonstração do jogo e percebemos que ele será viciante!

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Uma Dose Gamer – Especial E3 2013 – Ubisoft

” I’m the man in the box, Buried in my shit… ” E é ao som de Alice in Chains que a Ubisoft começa sou conferencia com o game Rocksmith Edição 2014! Com comandos de voz se muda as configurações da banda tocando, instrumentos. Man in the Box rolando solta!

A Ubisoft começa a 3ª conferencia do dia nos deixando com a expectativa de conhecermos suas novas produções. Splinter Cell: Blacklist é anunciado, com direito a modo multiplayer e missões múltiplas cooperativas. NOSTALGICO! Eles nos proporcionam um teaser trailer do jogo, onde podemos conferir os detalhes gráficos desse novo game da franquia. Se os gráficos forem conforme o trailer mostrado, estão de parabéns. Está de volta a era dos games de espionagem.

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Uma Dose Gamer – Especial E3 2013 – Sony

Fechando o especial E3 2013 – Day 1 do Uma Dose Gamer em grande estilo. Estou me referindo a Sony, ou melhor, ao Playstation 4. Após o mistério sobre o console e as novidades na interatividade, a Sony veio para E3 recheada de novidades espetaculares.

Como o PS4 em si terminou de ser divulgado agora na E3, partimos primeiro as observações, curiosidades e detalhes finais do novo chamego da Sony. Adotando o mesmo estilo visual do Xbox One, o PS 4 vem ao melhor estilho aparelho de VHS. Será totalmente interativo com o modo de compartilhamento em nuvem. Está presente também serviços como o Video Unlimited e Music Unlimited e todos serviços padrões como Netflix e Flixter estão inclusos. Na parte de jogos, serão mais de 100 lançamentos no primeiro ano, muitos deles exclusivos. Ao total são mais de 140 jogos em desenvolvimento. E como nem tudo é paz no mundo financeiro, a resposta da Sony foi dada perante a posição da Microsoft sobre a forma de utilização dos games no Xbox One: O PS4 NÃO fará restrições a jogos usados. Não vai existir essa de ter que pagar para jogar um jogo usado. Você poderá livremente trocar, vender ou emprestar jogos; O console não irá precisar conexão online 24 horas para jogar. Não há a necessidade de estar online mesmo jogando offline; O chat de voz está incluso; As contas do PS+ irão funcionar com o PS4, com todos benefícios para as 3 plataformas. A live será paga, com um valor de 5 dólares mensal e para finalizar, o PS4 custará US$ 399! 100 a menos que o Xbox One (a galera foi ao delírio na conferencia ). O console chega ainda esse ano as lojas.

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