Percy Jackson e o Mar de Monstros – Mistura rasa entre mitologia grega e cultura teen acaba morrendo na praia

Na época do lançamento de Percy Jackson e o Ladrão de Raios eram inevitáveis às comparações com a bem sucedida franquia Harry Potter, pois se tratava de um fenômeno literário bem avaliado pela crítica com uma base de fãs respeitável. A adaptação foi idealizada e dirigida por Chris Columbus (mais uma coincidência com HP), mas o resultado foi desastroso, desagradando público (inclusive os fãs) e crítica. A franquia ganhou sobrevida graças a arrecadação ao redor do mundo (cerca de US$ 137, 7 dos US$ 226 totais), mas Percy Jackson e o Mar de Monstros  se mostra incapaz de justificar essa segunda chance aos Olimpianos.

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Círculo de Fogo – Robôs Gigantes vs Monstros Gigantes + 2500 toneladas de awesomeness

 Kaiju é um termo japonês usualmente utilizado para se referir aos monstros gigantes que se popularizaram na cultura pop nipônica, desde a década de 50, com o sucesso dos filmes do Godzilla. O gênero kaiju-eiga (filme de monstros gigantes) se estabeleceu e foi incorporado quase que integralmente pelo gênero Tokusatsu (filmes e séries live-action de super-heróis) e se espalhou pelo mundo, fazendo um sucesso estrondoso principalmente na América Latina. Pergunte a qualquer um que viveu nos anos 80 e 90 e observe o sentimento nostálgico sempre que a pessoa menciona séries como Ultraman, Kamen Raider Black, Jaspion e até mesmo a ocidental Power Ranger (por que não?). Não existem adultos maduros quando se trata de monstros gigantes enfrentando robôs gigantes, Guillermo del Toro sabe disso e transforma essa premissa simples e divertida em algo grandioso em  Círculo de Fogo.

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Ícones – Cameron Crowe

Minha principal motivação ao começar o Em Sena era compartilhar minhas experiências cinematográfica com vocês (se é que alguém realmente lê esse blog) e através das analises e recomendações, ajudar o máximo possível nas próximas escolhas para que vocês possam evitar desastres como Lanterna Verde e Fim dos Tempos. Sei que nunca vou ganhar uma medalha por isso, não irão construir uma estatua minha em tamanho real e não vou ter a oportunidade de conhecer o presidente, mas não existe nada mais gratificante do que o sorriso de um amigo após assistir um desses filmes que você indicou e perceber que aquela obra despertou nele os mesmos sentimentos e impressões que você teve quando assistiu pela primeira vez. Como disse Christopher McCandless em Into The Wild: “Felicidade só é possível quando compartilhada”.

Desde o início, nós analisamos os filmes mais badalados dos festivais e os blockbusters que mais fazem sucesso na indústria, mas as coisas vão ficar um pouco diferente a partir de hoje com a estréia da coluna Ícones. Nessa nova coluna, vamos selecionar alguns roteirista, diretores e atores relevantes na indústria cinematográfica e apresentar as obras mais icônicas de sua filmografia. Para confirmar a vibe dessa nova seção do Em Sena, ninguém melhor do o diretor mais uncool de Hollywood – Cameron Crowe.

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