Era uma vez… no “Inferno”

Capa de Inferno

Capa de Inferno

Galera, estamos estreando a coluna “Era uma vez…” aqui no Em Sena. Temos que expandir horizontes, certo? SIMMMM! Essa coluna falará sobre o mundo da literatura e contará com resenhas sobre livros de diversos estilos. E qual o melhor jeito de começar a coluna se não com um livro MUITO bom?

E é aí que escolhi “Inferno”, de Dan Brown, que terminei de ler recentemente. Continue lendo

Anúncios

Uma Dose Gamer – O futuro do futebol em console. PES ou FIFA?

Voltando de umas longas férias na europa, fugindo desse calor infernal carioca, a mente doentia que vos escreve está de volta com a coluna de tema mais nerd possível no blog mais nerd possível ( com muita pressão! Alias, não tenho salario! ). Vamos abordar algum tema que preste, porque não a nova geração de games de esportes? E ai, você já escolheu se pra próxima temporada você será um Fifeiro ou Peszeiro? Calce sua chuteira, ajeite o meião e que role a bola.

Continue lendo

Jogos Vorazes: Em Chamas – Muito além do puro espetáculo

Fugindo de toda e qualquer comparação a outras obras voltadas para o público jovem, a franquia Jogos Vorazes conseguiu logo em seu primeiro longa, se destacar devido a seu caráter maduro e contestador. É raro observarmos um material, que se assume desde o inicio como blockbuster, ter um cerne político tão elequonte. Em Chamas (segundo capítulo da série), não só abraça essa forte característica como adiciona elementos que desenvolvem de maneira mais corajosa e profunda esse universo distópico e seus personagens.

Continue lendo

Capitão Phillips – Tom Hanks entrega uma das melhores performances de sua carreira

Yoho yoho a pirate’s life for me! Não deve ter nada mais emocionante do que embarcar num navio, desbravando os sete mares atrás de riquezas em aventuras regadas a rum… pehhh (onomatopeia de campainha). A pirataria não é algo tão glamouroso e aventuresco como muitos pensam. No século XXI essa prática de tocar o terror nos oceanos, se tornou habitual na região do Chifre da África, principalmente por grupos de somalianos que pressionados pelos warlords locais, sequestram navios e cargas valiosas ou sua família é estuprada e assassinada (não necessariamente nessa ordem).

Um dos casos de pirataria contemporâneos que ganharam mais destaque na mídia é o do sequestro do navio americano Maersk Alabama, por um grupo de 4 piratas somalis. Essa história rendeu no livro O Dever do Capitão (escrito pelo próprio cpt. Richard Phillips), que despertou o interesse do conceituado diretor Paul Greengrass e Tom Hanks, que decidiram adapta-la para os cinemas em Capitão Phillips. O roteiro de Billy Ray (Jogos Vorazes) nos apresenta a Richard Phillips, um experiente capitão da marinha mercante americana, durante sua viagem pela costa da Somália. A calmaria se transformou em tensão no momento que o cargueiro comandado por Phillips foi abordado por dois pequenos barcos com somalis armados até os dentes. Mesmo adotando todas as táticas de segurança, quatro piratas conseguiram subir a bordo, ameaçando a vida de todos os tripulantes exigindo dinheiro. Quando pensa que conseguiu negociar com os piratas, o capitão é levado como refém durante a fuga. Cabe aos militares americanos, negociar com os sequestradores antes que seja tarde demais.

Continue lendo

Thor: O Mundo Sombrio – Filme digno de um Deus

A adaptação de Thor para os cinemas, certamente era vista com desconfiança e receio pela maior parte das pessoas. Introduzir uma divindade num universo que estava sendo construído pautado em algo aproximado a ficção cientifica, foi a tarefa incumbida a Kenneth Branagh que com seu estilo shakespeariano fez o que antes era considerado impensável. Agora que o grande público tinha sido apresentado ao personagem em seu filme solo e ido ao delírio com  sua participação e de seu irmão problemático em Os Vingadores, estava na hora do Deus do Trovão ter um filme digno de sua importância.

A primeira escolha da Marvel para comandar a sequência foi Patty Jenkins, mas por algumas diferenças criativas com a Casa das Idéias, ela logo foi substituída por Alan Taylor (conhecido por dirigir os melhores episódios de “Game of Thrones”, “Roma”, The Sopranos” e “Mad Men”). Mesmo com a troca de comando, a produção passou por diversas turbulências como a insatisfação do diretor com partes do roteiro (com Joss Whedon sendo chamado as pressas pra resolver o problema), cortes, refilmagens e adição de algumas cenas. Com todos esses problemas era de se imaginar que o produto final ficasse aquém dos filmes da Marvel Studios, mas o resultado foi Thor – O Mundo Sombrio um dos filmes mais equilibrados até então.

Continue lendo