X-Men: Dias de um Futuro Esquecido – Nada que uma viagem no tempo não resolva (mais ou menos)

A franquia X-Men é marcada por excelentes filmes (X1, X2 e X-Men: Primeira Classe), dois filmes regulares (X3: O Confronto Final e Wolverine: Imortal) e um desastre de proporções catastróficas (X-Men Origens: Wolverine). Ao contrário do Marvel Studios que sempre teve o cuidado de aparar todas as pontas soltas, para tornar seu Universo cada vez mais unificado, a Fox sempre deu uma cagada para coesão e as incongruências acabaram se tornando uma marca incômoda nos filmes dos mutantes. Bryan Singer, diretor dos dois primeiros longas, retorna a franquia em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, filme que junta as duas gerações de mutantes no cinema. Continue lendo

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Godzilla – Vida longa ao Rei dos Monstros

Se você acredita que Godzilla (1999) do Roland Emmerich é um bom filme, por favor, saia do meu blog e nunca mais olhe na minha cara. Sacanagem, gosto é que nem bunda, cada um tem a sua, mas é de conhecimento geral que toda uma geração cresceu sem saber da importância dos filmes clássicos do Gojira, graças a aquela lagartixa mutante do Emmerich. A fim de resgatar a majestade de outrora do Rei dos Monstros, a trinca Legendary/Warner/Toho decide contratar Gareth Edwards, diretor do fantástico Monstros, para essa empreitada.
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JACKDEVIL – Unholy Sacrifice (2014)

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JACKDEVIL…já falei dos caras e da trajetória deles num post antigo (deixarei o link no fim do texto) e agora venho analisar e falar mais sobre o debut álbum intitulado Unholy SacrificeO esperado disco traz como inspiração os contos do mestre do terror Stephen King e já estava dando o que falar antes mesmo de ser lançado. Eu comprei o disco na pré venda e quando chegou  eu fiquei abismado com os quadrinhos no encarte que retratam cada música do cd, muito bonito mesmo, a arte da capa também é muito bonita, mas agora vou deixar a estética de lado e vou ao que interessa… A MÚSICA! Continue lendo

Coldplay – Ghost Stories (2014)

Ghost Stories (2014)

 

As vezes você faz uma banda com um propósito e foco em um estilo e acaba sendo reconhecido por isso,  é normal querer dar uma inovada de vez em quando, mas os exageros acabam se tornando fatais para tal banda. O Coldplay é uma banda muito famosa nos anos anos 2000 até hoje e ela passou por fases diferentes e lançou discos ótimos que me fez criar um apego fácil pela banda; Os discos Parachutes (2000) e A Rush Of Blood to the Head (2002) demonstravam o enorme potencial dessa banda, que juntava o rock com elementos bem calmos (até depressivos), melodias bem harmonizadas, letras bonitas e uma incrível produção. A mudança para o universo mais pop surgiu no X & Y (2005), ainda sendo um disco muito bom, com  destaque para Fix You. Já em Viva la Vida or Death and All His Friends(2008)   e Mylo Xyloto (2011) o pop domina de fato, com algumas baladas, porém a banda já está visivelmente diferente do estilo de seus dois primeiros discos, se voltou pro lado comercial e abandonou sua essência, teve ainda várias acusações de plágio… mas conquistou um universo muito maior de fãs e é considerada uma das maiores bandas pop da atualidade. ( Eu particularmente não gosto nenhum pouco do “Mylo xoxota” – como eu mesmo digo- acho muito alegrinho e fraco demais)

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Uma Dose Gamer – Terra Média em LEGO NÃO!

AVISO: A PESSOA QUE VOS ESCREVE ODEIA GAMES LEGO!

Refletindo durante uns dias, eis que chego a uma conclusão: Onde está meu salário? Droga, fui enganado! Por causa disso, não irei fazer piadas nessa introdução mais sem cultura de críticas games e expressar todo meu rancor com a franquia de games LEGO. A coluna de tema mais nerd possível no blog mais nerd possível está de luto por Thorin Escudo de Carvalho, Bilbo e todos habitantes da Terra Média…

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Uma Dose Gamer – Como é bom ser uma cabra!

E ae seus nerds tetudos que fedem a cheetos, como vão vocês? Eu vou bem, e obrigado por xingar a minha mãe, seu recalque bate no meu PS4 e volta. Não fiquem com ódio e apertem o x ali no canto… o blog é legal, tem textos legais e os colunistas sabem escrever HUEHUE, BULLYNG DETECTED. Junte-se a nós nessa vibe inconveniente e divertida, onde a zoera never ends, onde todos somos um só, onde eu esqueci mais o que ia falar e por ai vai. Perca seus sagrados minutos nessa coluna de tema mais nerd possível no blog mais nerd possível lendo a analise desse game que pode ganhar até o Game of the Year! Me refiro a Goat Simulator!

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O Espetacular Homem Aranha: A Ameaça de Electro – O Cabeça de Teia que aprendemos a amar

Podemos separar o Universo em dois tipos de pessoas: as que odeiam O Espetacular Homem Aranha e que acham o reboot absolutamente desnecessário, feito apenas para a Sony continuar faturando e não perder os direitos de adaptação do personagem; e as que acham o longa bastante digno do material original e que de alguma forma conseguiu capturar a essência que fez o personagem ser tão amado durante décadas. Reconheço a falta de coesão e questiono algumas escolhas do roteiro do primeiro longa, mas particularmente, faço parte do grupo que acha que esse reboot fez muito bem para a figura do Peter Parker/Homem Aranha. Mesmo com a questionável plot envolvendo os pais de Peter, gosto do primeiro filme por ser mais leve no trato do protagonista, mostrando pela primeira vez no cinema um Homem Aranha divertido e moleque. Enfrentando toda a resistência de nerds tetudos, chega aos cinemas O Espetacular Homem Aranha: A Ameaça de Electro, um filme digno do Amigão da Vizinhança que aprendemos a amar.

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