Uma Dose Gamer – Terra Média em LEGO NÃO!

AVISO: A PESSOA QUE VOS ESCREVE ODEIA GAMES LEGO!

Refletindo durante uns dias, eis que chego a uma conclusão: Onde está meu salário? Droga, fui enganado! Por causa disso, não irei fazer piadas nessa introdução mais sem cultura de críticas games e expressar todo meu rancor com a franquia de games LEGO. A coluna de tema mais nerd possível no blog mais nerd possível está de luto por Thorin Escudo de Carvalho, Bilbo e todos habitantes da Terra Média…

LEGO The Hobbit é mais uma adaptação da Traveller’s Tales, que em um espaço curto de tempo lançou outros games de adaptações cinematográficas, como LEGO Marvel Super Heroes e The LEGO Movie Videogame. Vale lembrar-se da adaptação da trilogia do anel, LEGO The Lord of the Rings, a qual é o maior comparativo com o novo game da Terra Média. Em LEGO The Hobbit, todo aquele mundo explorado no jogo anterior é diferente, como por exemplo a troca de Mordor por Erebor. O game é uma adaptação dos longas O Hobbit – Uma Jornada Inesperada e O Hobbit – A Desolação de Smaug, então nada mais valido do que focar os locais explorados durante os longas.

Vamos ao que interessa! Sei que existem gamers adeptos a essas franquias LEGO, mas nada contra. Prometo fazer uma analise preconceituosa/crítica. Para começar, uma grande diferença em relação a outros games LEGO é a quantidade de personagens disponíveis ao longo de todo o game. Por mais que a historia foque mais em Bilbo, Gandalf e Thorin, ao longo do game serão necessários o uso das habilidades dos 13 anões da companhia do Escudo de Carvalho. Cada um tem seus poderes individuais, tornando-se cada um necessário em alguma parte do game. Tal quantidade de personagens disponíveis pode ser difícil de se adaptar para gamers iniciantes, principalmente a dificuldade em distingui-los na opção de troca de personagem. Isso pode ser aperfeiçoado pelo gamer ao longo de toda jogatina, acabando a criar um costume e tal problema não interferir tanto, mas não deixa de ser um porre.

Selfie

Selfie

Novos recursos foram adicionados ao modo de construção com os legos ao longo do game. O clássico modo de apertar um botão e o personagem controlar as peças e formar algo está presente, mas dois novos modos foram adicionados, como por exemplo a coleta de recursos que serão usáveis para fabricação de algo e um ‘’mini-game’’ para construção, onde o gamer terá que escolher as peças certas apresentadas na tela enquanto o objeto está sendo construído na tela ao lado. Além dos novos recursos em construções, em batalha também aconteceram algumas inclusões, como por exemplo, a união de dois personagens para acarretar em algum golpe devastador.

A jogabilidade em si continua a mesma porra. Inimigos aos montes para se enfrentar, passatempos, e um mundo aberto gigantesco para ser explorado, sendo um saco conseguir um zeramento de 100%. São milhares de afazeres disponíveis ao longo do game, mesmo que algumas missões secundarias sejam meio que repetitivas, mas ninguém é de ferro e consegue ficar vidrado e foco na missão principal. Num certo calculo, podemos dizer que a missão principal do game equivale a umas 8 horas de jogatina direta e apenas 30% de zeramento total. Ou seja, é coisa pra caralho que tem pra explorar, um fato marcante em games da franquia LEGO.

AAA a cena dos barris <3

AAA a cena dos barris ❤

Afirmo que os gráficos são bonitos sim. Mesmo sendo meio infantis as caracterizações dos personagens, o gráfico dos locais são bonitos de se admirar. Se fosse pra nomear o ponto forte dos games LEGOS seria a riqueza em detalhes nos locais de exploração. A junção de uma equipe que gosta de esbanjar detalhes com as belezas da Terra Média foi de alegrar Peter Jackson e Tolkien. MAS, calma lá, nem tudo é perfeito nesse mundo. Muitas vezes (com frequência) o exagero de detalhes gráficos atrapalha e muito a percepção do gamer. A queda na taxa de quadros é frequente, onde acontece frequentemente um exagero de elementos num cenário.

Goblins city bolada

Goblins city bolada

Em conjunto com a riqueza gráfica da Terra Média, a trilha sonora do game é aturável e leva o gamer ao clima do longa. Cada local explorado tem uma trilha sonora diferente, como por o exemplo a calma na musica ao estar no condado até a porradeira nos momentos de combate. A mixagem está em perfeita união com os estágios do game, em especial também a dublagem dos personagens.

LEGO The Hobbit é aquele game feito mesmo para fãs das franquias do game de bloquinhos. Aposto que mesmo se colocar tal game na mão de uma criança de 10 anos, ela irá rejeitar. Mas tudo bem, não vamos tirar os méritos do game. Bem produzido e respeitando totalmente a historia e os acontecimentos nos dois filmes da trilogia O Hobbit e com o humor predominante dos personagens LEGO, afirmo que a Traveller’s Tales podia parar por ai que estaria fechando com um game ‘’aturável’’, porque cá entre nós, games LEGO são um saco…

Obs: o game é baseado somente nos longas O Hobbit – Uma Jornada Inesperada e O Hobbit – A Desolação de Smaug, sendo provável o final completo da trilogia O Hobbit no game após o lançamento do terceiro longa com um DLC para o game.

Victor Hugo

Jennifer Lawrence abençoou esse post

 

 

 

 

Imagem Bônus: Gollum cagando

Imagem Bônus: Gollum cagando

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