Divertida Mente – E se os nossos sentimentos tivessem sentimentos?

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Devo admitir que nos últimos anos, por mais que a técnica continuasse fantástica, a Pixar não conseguia manter a qualidade de outrora. O cancelamento de Newt e o adiamento de O Bom Dinossauro de agosto de 2014 para novembro de 2015, deixou um vácuo no calendário do estúdio e instaurou um principio de crise. Pela primeira vez desde 2005, passaríamos um ano sem um filme da Pixar nos cinemas.

Se você me conhece ou acompanha esse humilde blog, você provavelmente sabe o quanto eu sou apaixonado pela Pixar e como 2014 foi um ano díficil para mim! A eterna criança que existe em mim – aquela mesmo que sonha em ter uma coleção de HQs do Senhor Incrível e que deseja comer uma fatia de pizza no Pizza Planet –  precisava de um filme que resgatasse o espírito do estúdio. Esse filme veio das mãos de Peter Docter (Up – Altas Aventuras) e se chama Divertida Mente. Preparem seus lenços porque são literalmente muitos feels!

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Mad Max: A Estrada da Fúria – Testemunhem a loucura!

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Faziam 30 anos desde que George Miller se aventurou pela última vez no universo devastado de Mad Max. Apenas a trilogia original, que foi responsável por projetar a carreira de Mel Gibson, já era suficiente para credenciar o já septuagenário diretor como visionário. Afinal de contas, não é qualquer um que consegue construir uma mitologia baseada em um western pós-apocaliptico australiano com uma estética sadomosoquista.

Muitas pessoas pensaram: “Ai Hollywood é tão sem imaginação…outro(a) reboot/sequência. Vai ser uma merda! #mimimi”. Mas essa desconfiança se dissipa como oxigênio no coração de uma explosão de dois motores V8, quando as luzes se apagam e a projeção começa. O retorno do cineasta para a franquia que o consagrou é glorioso e arrebatador.

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Demolidor – O homem sem medo ressurge

charlie-cox_demolidorVerdade seja dita, o Demolidor nunca tinha sido adaptado para outra mídia com sucesso. Eu sei que você ainda acorda chorando a noite, por conta da versão dirigida em 2003 por Mark Stevenson Johnson e protagonizada pelo Ben Affleck. Eu sei que você se lembra com estranheza do Atrevido (obrigado dublagem brasileira), alcunha que o Matt Murdock usava quando foi advogado de Bruce Banner em O Julgamento do Incrível Hulk em 1989.

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Vingadores: A Era de Ultron – Nerdgasmos múltiplos 2

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Depois de Vingadores atingir a expressiva marca de terceira maior bilheteria de todos os tempos, muitos se perguntaram como a Marvel/Disney faria para superar a enorme expectativa criada em torno da sequência. Tentar ser maior e mais épicopode ser perigoso demais e as vezes menos é mais. Por esse motivo, em Vingadores – A Era de Ultron, a ameaça passa a ser a mais destrutiva de todas as forças universais: as boas intenções do ser humano. Alienígenas saem de cena, para dar lugar a algo mais intimista, mas ao mesmo tempo mais apoteótico.

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Insurgente – Franquia de jovens adultos mais genérica do cinema

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Aquela efervescência hormonal típica da adolescência, vem acompanhada de uma rebeldia característica e uma constante busca por identidade. Misturando esses elementos a um universo pós apocalíptico, tínhamos a premissa básica de Divergente, adaptação da série literária de Veronica Roth. A ideia parecia muito legal, mas como vocês bem lembram, o resultado final foi bastante decepcionante. As expectativas eram baixas para Insurgente e por mais que a execução do segundo capítulo tente reparar algumas arestas deixadas pelo seu antecessor, a falta de empolgação com a franquia ainda se justifica.
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Guardiões da Galáxia – A Marvel mostra que tem colhões e acerta novamente

Desde o seu anuncio na San Diego Comic Con em 2012, Guardiões da Galáxia foi considerado, por muitos jornalistas e especialistas em cultura pop, como uma aposta arriscada da Marvel Studios.  Talvez por se tratar de uma aventura espacial que conta com um guaxinim falante como um de seus protagonistas, muita gente não acreditou no sucesso da nova empreitada da Casa das Ideias, já que a premissa básica do longa destoava completamente do tom do universo compartilhado até o momento. Apostar em apresentar uma super equipe pouco conhecida pelo grande público, mostrou que Kevin Feige e James Gunn tem colhões e o resultado final dessa ousadia é o mais fantástico possível.
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Tranformers: A Era da Extinção – Tão ruim que chega a ser ofensivo

É bem verdade que quando Michael Bay não está praticando seu exercício de megalomania ostensiva e desafiando a lógica com suas obras cinematográficas recheadas de personagens robóticos e incontáveis explosões, ele é até um diretor bem decente. A Rocha, Bad Boys e até mesmo o recente Sem Dor, Sem Ganho, são provas que o diretor não é desprovido de talento. Mas, ao sobreviver à sessão de Tranformers: A Era da Extinção – sim, SOBREVIVER – é chegada à hora de dizer algumas coisas sobre esse filme que não passa de uma propaganda de quase três horas dos bonecos da Hasbro.

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