Ícones – Cameron Crowe

Minha principal motivação ao começar o Em Sena era compartilhar minhas experiências cinematográfica com vocês (se é que alguém realmente lê esse blog) e através das analises e recomendações, ajudar o máximo possível nas próximas escolhas para que vocês possam evitar desastres como Lanterna Verde e Fim dos Tempos. Sei que nunca vou ganhar uma medalha por isso, não irão construir uma estatua minha em tamanho real e não vou ter a oportunidade de conhecer o presidente, mas não existe nada mais gratificante do que o sorriso de um amigo após assistir um desses filmes que você indicou e perceber que aquela obra despertou nele os mesmos sentimentos e impressões que você teve quando assistiu pela primeira vez. Como disse Christopher McCandless em Into The Wild: “Felicidade só é possível quando compartilhada”.

Desde o início, nós analisamos os filmes mais badalados dos festivais e os blockbusters que mais fazem sucesso na indústria, mas as coisas vão ficar um pouco diferente a partir de hoje com a estréia da coluna Ícones. Nessa nova coluna, vamos selecionar alguns roteirista, diretores e atores relevantes na indústria cinematográfica e apresentar as obras mais icônicas de sua filmografia. Para confirmar a vibe dessa nova seção do Em Sena, ninguém melhor do o diretor mais uncool de Hollywood – Cameron Crowe.

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