Exterminador do Futuro: Gênesis – Sabotado pelo próprio marketing e por seus roteiristas

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Nos últimos anos, alguns estúdios tem visto com bons olhos a possibilidade de inserir o elemento de viagem no tempo em algumas de suas franquias consagradas. Seja para tentar concertar a cagada na cronologia causada pelas diversas continuações, como em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido; ou pra promover um respeitoso reboot como no caso de Star Trek do J.J. Abrams; a viagem no tempo acaba sendo a uma solução viável e inventiva de solucionar alguns problemas. A franquia Exterminador do Futuro tem esse conceito já enraizada em seu cânone, desde o seu filme de estreia dirigido por James Cameron em 1984. Como repaginar franquias de sucesso parece estar dando certo em Hollywood recentemente, parecia natural acreditar que Exterminador do Futuro: Gênesis tinha tudo pra dar certo – mas não importa se você tem a mãe dos dragões,  o Doctor ou o retorno do robô com sotaque austriaco mais famoso da cultura pop, se você tem um roteiro com mais buracos do que as rodovias brasileiras.

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