Cidades de Papel – A desconstrução da Manic Pixie Dream Girl

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Eu costumo classificar o conceito de Manic Pixie Dream Girl em duas categorias básicas. O primeiro arquétipo é a Penny Lane, que se refere a personagem protagonizada por Kate Hudson em Quase Famosos. Com seu espírito livre e sabedoria característica, essas personagens geralmente não tem muitas similaridades com o protagonista, mas  acabam tirando-o de sua zona de conforto.  O segundo tipo característico de MPDG e talvez o mais conhecido é a Sam, em referência a personagem de Natalie Portman em Hora de Voltar. Essas protagonistas femininas são apaixonantes com sua fofura e jeito atrapalhado. Sempre com uma visão otimista das coisas, elas acreditam que todas pessoas são legais e que as coisas sempre acabam se ajeitando. Com uma personalidade forte e um pouco de inocência, essas personagens resgatam o protagonista masculino de uma situação de forte depressão onde nada parece dar certo.

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Era uma vez… nas “Cidades de Papel”

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Imagine que você tem 10 anos e está andando tranquilamente de bicicleta no parque, até que encontra um homem morto. Como você reagiria? O que pensaria? Margo Roth Spiegelman achou que os fios do homem tinham se arrebentado.

Quentin Jacobsten é um pacato rapaz da Flórida que está no último ano do colégio e tem uma paixão platônica por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman, a menina de 18 anos mais linda e popular do colégio. O rapaz simplesmente a idolatra. Os dois não se falam desde quando encontraram o homem morto no parque, quando eram crianças, até que numa noite, Margo surge na janela de Quentin vestida toda de preto que nem uma ninja e convoca o rapaz para realizar um plano de vingança bolado por ela mesma.

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